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Eu sou porque nós somos

Equipe

O CDHEP é uma organização dirigida por mulheres. Somos uma equipe diversa em nacionalidade: Brasil, Venezuela, Espanha, Estados Unidos e Luxemburgo. Diversa em local de moradia, ainda que a maioria more na Zona Sul e proximidades. Das nossas experiências de escolarização: arquiteta, enfermeira, advogada, assistente social, educadora/pedagoga, técnica em contabilidade, socióloga, ensino médio. Somos também de diferentes gerações – temos entre 27 e 74 anos. Acreditamos que as nossas diferentes experiências, trajetórias e formações nos fortalecem.

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Mariana Pasqual Marques

Coordenação Geral

Doula, terapeuta em Ginecologia Natural, Educadora popular e facilitadora de processos restaurativos. Mestre em sociologia da educação e doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Educação e Saúde na Infância e na Adolescência da Universidade Federal de São Paulo/Unifesp. Atuou como pesquisadora, educadora e gestora de programas e projetos em organizações da sociedade civil, além de gestora pública. Integra a coordenação do Conselho Latino-americano e Caribenho de Educação Popular (CEAAL). Docente no primeiro curso de Pós-graduação em Paulo Freire coordenando o grupo de pesquisa “subjetividade, corporalidade e decolonialidade”. Possui um trabalho de cuidados naturais na gestação e no parto e atua com um plantão semanal no Centro de Parto Humanizado do hospital do M`Boi Mirim, na região do Jardim Ângela, periferia Sul da cidade de São Paulo.

@corporalidadesfemininas

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Kelly Santos

Administrativo

Trabalha há 20 anos em organizações sem fins lucrativos. Graduada em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho e Técnica em Contabilidade. Atualmente é analista financeira do CDHEP, responsável pelas áreas administrativa/financeira e apoiando nas prestações de contas junto aos financiadores.

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Joana Blaney

Educadora e fundadora da área de Justiça Restaurativa

Mestre em Educação pela Universidade de Maryland – EUA. Formada em Justiça Restaurativa pela AJURIS, Escola Superior da Magistratura no Rio Grande do Sul. Possui Certificado como Facilitadora e Treinadora dos Facilitadores em Práticas e Círculos de Justiça Restaurativa pelo Instituto Internacional por Práticas Restaurativas. Fez formação em Círculos de Construção de Paz. Atuou como educadora e diretora em escolas urbanas por mais de 20 anos. Em São Paulo, atou em projetos na área de gênero e mulheres em situação de violência doméstica na Casa Sofia, Jardim Ângela e na Associação Fala Mulher na região central de São Paulo. Também trabalhou com meninos e meninas em situação de rua como diretora da Associação de Apoio dos Meninos e Meninas de Região Sé. Possui longa experiência na área de mediação de conflitos e práticas restaurativas. É co-fundadora da linha de Justiça Restaurativa do CDHEP. Facilitadora do Curso “Escolas de Perdão e Reconciliação” da Bogotá, Colômbia. Realizou trabalhos nos presídios em São Paulo. Dei palestras e cursos da Justiça Restaurativa em Quênia, Irlanda do Norte (European Fórum for Restorative Justice), Austrália, Ruanda, Finlândia, Estados Unidos e várias partes do Brasil.

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Petronella Maria Boonen

Educadora e co-fundadora da área de Justiça Restaurativa

Ministra cursos, oficinas e palestras sobre temas como Justiça Restaurativa, perdão, conflitos e habilidades emocionais para pessoas ligadas, principalmente, à socioeducativo, área prisional, judicial e pastoral. Tem formação pelo International Institute for Restorative Practices dos Estados Unidos, o European Forum for Restorative Justice, a Fundación para la Reconciliación de Bogotá, Colômbia e a Escola Superior da Magistratura do Rio Grande do Sul, Brasil. Doutora e mestra em sociologia da educação pela Universidade de São Paulo - USP com tese sobre Justiça Restaurativa. Graduou-se em Ciências Sociais também pela USP e é especialista em mediação de conflitos pela Pontifícia Universidade de São Paulo – PUC/SP. É membro da Congregação das Missionárias Servas do Espirito Santo e articuladora da Rede dass Escolas de Perdão e Reconciliação – Brasil. Foi pesquisadora no Núcleo de Estudos da Violência-USP e j realizou trabalhos em diversos países da América e Latina e Europa.

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Amanda Pires

Articulação

Arquiteta e urbanista, moradora do Jardim Ângela, é responsável pela Secretaria Operativa da Campanha Latinha Americana e Caribenha em Defesa do Legado de Paulo Freire.

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Martina González Garcia

Educadora

Licenciada em Pedagogia e graduada em teologia pelo Instituto Teológico de SP. Mestra e Doutora em Ciência da Religião pela Pontifícia Universidade de São Paulo – PUC/SP. Tem formação em Círculos de Paz com Key Pranis e outras práticas de justiça restaurativa pelo CDHEP. Atua como educadora nas Escolas de Perdão e Reconciliação e Práticas de Justiça Restaurativa.

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Luis Bravo

Facilitador e educador

Consultor nos programas de Justiça Restaurativa no CDHEP, facilitador e pesquisador em paz e transformação de conflitos, com foco nos temas da transracionalidade, não-violência e Justiça Restaurativa. Desde 2004, exerce a advocacia na área criminal. Atualmente, é membro docente da Associação Palas Athena, em São Paulo, da Pós-Graduação (latu sensu) em Transformação de Conflitos e Estudos de Paz promovido pelo Instituto Paz e Mente, Florianópolis/SC. Possui Mestrado de Estudos Avançados (MAS) em Paz e Transformação de Conflitos pela Universidade da Basiléia, Suíça (2015), e mestrado (MA) em Paz, Desenvolvimento, Segurança e Transformação Internacional de Conflitos pela Cátedra de Estudos de Paz da UNESCO na Universidade de Innsbruck, Áustria (2017).

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Marinete do Nascimento

Educadora

Terapeuta Sistêmica Restaurativa, formada em Justiça Restaurativa, Círculos de Construção de Paz e Habilidades e Ferramentas para Facilitadoras e Facilitadores de Justiça Restaurativa pelo Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo (CDHEP), em facilitação de Processos Circulares com Kay Pranis na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Dedicada ao estudo e trabalho de transformação dos conflitos através das técnicas de Comunicação Não Violenta, Gestão Emocional, mediação e compaixão. É consultora em Diálogos e Conflito no Instituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC), nos Centros de Crianças e Adolescentes nas comunidades Vista Alegre e Jardim Princesa, em São Paulo/SP, e também consultora da Comissão de Justiça Restaurativa da OAB/SP.

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Felipe Andrés

Educador

Psicólogo. Pós-graduado em Psicossociologia da Juventude e Políticas Públicas, com aperfeiçoamento em Fenomenologia Crítica: Ações Clínicas, Educacionais e Institucionais. Educador social e popular, trabalha há aproximadamente 20 anos na área social e de direitos humanos. Pertenceu à equipe multidisciplinar que assessorou 100 famílias da União do Movimento de Moradia a construírem suas habitações populares em processo de mutirão e autogestão. Elaborou metodologias para trabalhar com a cultura de paz através de expressões esportivas, culturais e de círculos de diálogo, levando esta experiencia posteriormente ao poder público, dando formação aos profissionais da Secretaria de Habitação. Atuou com núcleos familiares que passaram por situações de extrema violência encaminhados ao Poder Judiciário, possibilitando acolhimento emocional e reinserção social. Apresenta formação em Justiça restaurativa em sua interface com o sistema criminal, em justiça restaurativa e conferências familiares, além de dar formação em prática restaurativa: vítima-ofensor-comunidade.

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Yohaisa Guevara

Educadora

Mulher, venezuelana, socióloga e internacionalista. Defensora dos direitos das mulheres, crianças e migrantes. Coordenou diversos programas sociais na Venezuela de atenção às mulheres e à pobreza. Foi analista do projeto de formação social "Coordenar e Cuidar de Gestantes com Plano de Parto Humanizado". 

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Luana Oliveira

Educadora

Mãe solo de 3 crianças, Mar, Murilo e Manuela. Nascida e criada no Jardim  Ângela, periferia sul de São Paulo, professora de geografia, integrante da coletiva Periferia Segue Sangrando e da Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio. Mestranda em Sociologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - IFCH, da Universidade Estadual de Campinas.

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Gabriel Gonçalves

Comunicação

Jovem, cria do Jardim Ângela, atuo há cinco anos com comunicação e impacto social. Faço parte do movimento Juventudes Potentes (Global Opportunity Youth Network: São Paulo), sou formado em Multimídia e Produção de Áudio e Vídeo pela ETEC Jornalista Roberto Marinho e atualmente estou cursando Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro. Na adolescência, tive a oportunidade de conhecer e me descobrir no terceiro setor. Através da comunicação, sempre penso em como posso gerar mudanças e causar impacto positivo, defendendo as pautas de inclusão produtiva das juventudes periféricas.

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Maria Julia Rodrigues 

Comunicação

Oriunda do movimento estudantil secundarista, está concluindo sua graduação em Marketing pela Fatec Sebrae, onde compôs do DCE FATEC e outros órgãos internos de organização estudantil.

Com experiências em comunicação midiática no universo corporativo, compõe agora a equipe de Comunicação do CDHEP.

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Nádia Recioli

Educadora

Parteira, doula, artista e educadora popular. Através de uma abordagem multi e transdisciplinar, dedica seu trabalho a processos de produção de autonomia e transformação social, com perspectiva antipatriarcal. Suas principais áreas de atuação são saúde sexual e reprodutiva da mulher, agroecologia e arte-ativismo. Formou-se e trabalhou como parteira autônoma em Luna Maya Casa de Partería (Chiapas, México), onde também atuou como coordenadora operacional. Trabalhou em organizações da sociedade civil como educadora ambiental em comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e urbanas, organizando formações em permacultura e agroecologia. É graduada em Artes Cênicas pela UNICAMP e cofundadora do Grupo do Trecho, que dedica processos de arte-ativismo à denúncia do terrorismo de Estado, com perspectiva anticarcerária e antipunitivista. Ministra cursos sobre maternidade e sexualidade, preparação para o parto, educação perinatal, educação antipatriarcal, consciência corporal e formação de doulas.

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Fabiana Gomes Ferminiano

Advogada Popular

Mãe solo do Rodrigo e do Gustavo,  preta, advogada, pós graduada em processo civil e direito civil, pós graduada em direito penal e processo penal, pós graduanda em Direito Imobiliário, mediadora e facilitadora no TJSP, palestrante do projeto MÃOS EMPENHADAS Mogi Guaçu e região, ex coordenadora geral da OSC CAC Centro de Atendimento a Criança e Adolescente, Atuante no movimento Mulheres Vítimas de Violência Doméstica  em Mogi Guaçu e região, membro da IANB, membro da CEVENB OABSP.

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Modesto Azevedo

Técnico Responsável pela horta

Modesto Azevedo, morador da Cohab Adventista, região do Capão Redondo, Zona Sul da Cidade de São Paulo. Ativista do movimento por moradia, atuou como orientador socioeducativo no CCA - Centro para Crianças e Adolescentes. Filho de lavrador, desde cedo aprendeu sobre técnicas populares de plantio, uso do solo e manutenção de hortas. Sendo assim, define que o jardineiro é a pessoa que cultiva plantas e trata de jardins e hortas de todos os tamanhos, em diferentes espaços, interiores e exteriores. Sua principal função é tratar e cuidar dos jardins e hortas, considerando suas especificidades. Para isso, precisamos preparar o solo, adubar a terra, plantar, regar, podar, controlar pragas e doenças. Com essas práticas, pretende-se criar uma experiência sensorial onde possam experimentar a natureza, mexer na terra, sentir o cheiro das ervas, pintar e brincar, estimular hábitos saudáveis e promover a valorização do meio ambiente.

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